Vidro claro
A manhã entra inteira. Tecidos de linho e viscose pensados para a luz, não para o palco da noite.
Moda feminina cultivada como um conservatório: esquadrias de cobre, folha de sálvia e o cheiro da casca cítrica. Peças de dia para circular entre a estufa e a cidade.
O clima da casa
A manhã entra inteira. Tecidos de linho e viscose pensados para a luz, não para o palco da noite.
As esquadrias marcam o ritmo: linhas estreitas, janelas em arco, peças que se leem como placas de planta.
Sálvia, terra úmida, casca de laranja. Uma paleta de dia — nunca jardim noturno, nunca adega.
Em exposição
Quatro placas da estufa. Toque a peça, leia o nome, leve o que vestir à luz do meio-dia.
A orangerie
O conservatório não é cenário de festa: é um lugar de cultivo. Cortamos vestidos como se podássemos ramos — com espaço para o ar, com barra que acompanha o passo entre as bancadas.
P. HENRIQUE trabalha moda feminina para o dia: saias midi, blusas de linho, casacos leves, sandálias de terracota e o lenço no amarelo da casca.
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